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GRAMOFONE

às voltas com os discos às voltas.

GRAMOFONE

às voltas com os discos às voltas.

Lady Lamb vai à luta emocional.

Tender Warriors Club é o novo lançamento de curta duração do projecto musical de Aly Spaltro, que terá formato electrónico dia 1 de Dezembro e físico no mês seguinte. 

Este disco tem como meta para a autora tornar-se mais paciente e benevolente para consigo mesma em alturas que tenha de enfrentar os seus medos, e pretende servir como um espaço para os que comunguem de alguma vulnerabilidade emocional. 

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Os sete temas que compõem este trabalho foram compostos entre Brusnwick, Brooklyn, Portugal e um estúdio na parte rural da Suécia, onde foram igualmente gravados. Serão apresentados aos vivo durante a Living Room Tour onde Lady Lamb se propõe a actuar em espaços íntimos com capacidade para 45/70 pessoas.

 

The Orwells aterrorizam canções.

Será em meados de Fevereiro que Terrible Human Beings, o novo disco da banda de Chicago, 

Canções pop mutiladas é a designação que os Orwells arranjaram para descrever o conteúdo deste álbum, num processo que usaram para chacinar canções inicialmente bonitinhas. 

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Os Pixies foram assumidamente a grande influência do grupo durante as sessões que conduziram à elaboração desta obra, tendo os Orwells simplificado ainda mais a sua forma de compor. 

 

Mark Eitzel e as suas "embarcanções".

No final de Janeiro daremos as boas vindas ao novo trabalho do antigo comandante dos American Music Club, Hey Mr Ferryman, o seu décimo registo a solo.

Mark Eitzel refere que as novas canções, que percorrem os caminhos melódicos típicos da sua saudosa banda, pretendem celebrar os músicos e a música, focando temas como a misoginia, a longa sombra da história e tornar as pessoas mais atentas aquilo que as circundam.

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O disco foi gravado em Londres, com produção do ex-Suede Bernard Butler, que além dessa tarefa ainda se ocupou da guitarra eléctrica, baixo e alguns teclados.

 

As capas invernais de Frankie Cosmos.

Autora de um dos discos mais refrescantes deste ano, Greta Kline decidiu agora presentear-nos com um álbum de versões que chegará em meados de Novembro.

Este registo homenageia o enorme interesse da música nova-iorquina em canções alheias, que sente necessidade de aprendê-las quando lhe tocam especialmente, e será disponibilizado em formato cassete pela Baoynet Records.

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 São sete os temas neste álbum, contemplando originais de Krill, Aaron Maine ou Baby Mollusk, entre outros, tendo sido gravados no quarto durante o último Inverno.

 

 

A produção em série de Nick Cave & Warren Ellis.

Tem sido um ano de criação absolutamente nonstop para Nick Cave & Warren Ellis, que após a trilha sonora para Hell or High Water e o disco com os Bad Seeds, oferecem agora uma nova viagem com os temas criados para a mini-série da National Geographic Mars, que estreará no próximo dia 14.

Desta obra constam 13 temas que acompanharão os episódios onde se projecta a ida do primeiro astronauta ao planeta vermelho em 2033, à qual serão acrescentados comentários de cientistas da área em questão.

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Ron Howard e Brian Grazer assinaram a reaçização dos 6 episódios, e vale como a terceira aventura de Cave e Ellis em bandas-sonoras, após The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford e o supracitado Hell or High Water.

 

Disco, disse Rita Redshoes.

Dia 11 do próximo mês é a data definida para o regresso da antiga voz dos extintos Atomic Bees, com o seu quarto ensaio a solo, denominado Her.

Este álbum contém as primeiras músicas cantadas por Rita Redshoes em português na sua carreira, não tendo descurado obviamente a vertente instrumental, dado que se ocupou igualmente do piano, omnichord, teclados e guitarra acústica. 

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As canções foram gravadas num estúdio em Berlim, com produção de Victor Van Vugt, que trabalha regularmente com Nick Cave ou Depeche Mode, tendo contando igualmente com o toque de alguns músicos de renome.

 

36 para o finito e mais além.

O projecto de música ambiental de Dennis Huddleston está de volta, apenas 4 meses depois do último registo, com The Infinity Room. 

O lançamento de ontem vale como o primeiro disco conceptual de 36, no qual tomou a opção de cingir-se a uma paleta limitada de sons, como que buscando o infinito dentro do finito.

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A sonoridade deste disco contém um claro aspecto vintage, rementendo a mente para nomes como Vangelis ou John Carpenter.

 

 

Common põe tudo preto no branco.

Black America Again é o novo trabalho do rapper, o 11.º da sua carreira, e ficará disponível para escrutínio popular no final da próxima semana.

Os temas abordados ao longo das novas faixas não poderiam ser mais prementes, desde o racismo apontado ao sistema judicial ao drama geral da comunidade negra, passando pelo histórico esclavagismo. 

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Entre o notável naipe de participações especiais neste disco, que inicialmente esteve para chamar-se Little Chicago Boy, contam-se  Stevie Wonder, Marsha Ambrosius ou John Legend.

 

Agnes Obel vidrada em novos instrumentos.

A cantora dinamarquesa regressa aos discos amanhã com a edição de Citizen of Glass.

Agnes decidiu enveredar por um álbum conceptual, assente na teoria do cidadão de vidro, a qual atravessa cada uma da dezena de canções.

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A teoria em questão levou a autora a procurar novas dimensões para a sua voz e igualmente a introduzir novos instrumentos nas suas composições, tais como o trautônio ou o vibrafone, entre outros recolhidos no museu da música alemã.

 

Austra faz campanha.

O terceiro disco do projecto musical liderado por Katie Selmanis, que sairá à rua em meados de Janeiro, sob o nome Future Politics.

Considerado o álbum mais ambicioso até à data, traz-nos a habitual ambivalência dos temas que tanto são dançáveis como podem ser escutados tranquilamente.

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A autora e produtora letã-canadiana apela a uma esperança radical para combater a distopia que se aproxima, num radicalismo que se traduz em batidas galvanizantes, doces melodias e a vulnerabilidade majéstica da voz de Katie.

 

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