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GRAMOFONE

às voltas com os discos às voltas.

GRAMOFONE

às voltas com os discos às voltas.

Tycho iniciam final de época.

A banda liderada por Scott Hansen acaba de disponibilizar Epoch, o seu novo trabalho de longa duração, encerrando a trilogia demarcada conjuntamente com Dive (2011) e Awake (2014).

Scott Hansen tentou conceber este álbum usando um método mais tradicional, refugiando-se num estúdio profissional, Panoramic Studios, em detrimento seu estúdio caseiro. No entanto, a gravação acabou por decorrer novamente em sua casa para a maior parte do disco.

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 Estes três discos revelam a evolução de Tycho desde o projecto íntimo do seu líder até ao ponto de serem uma banda a actuar nos melhores palcos do mundo.

 

Lou Barlow fantasia com ukeleles.

Termina dentro de um mês a espera por novos sons do anterior membro de Dinosaur Jr. e Sebadoh com o EP Apocalypse Fetish.

O registo contém uma mão cheia de cantigas compostas apenas em ukelele, embora a afinação específica usada por Lou Barlow possa facilmente fintar ouvidos menos informados.

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Após 6 anos de pausa, o autor debruça-se sobre a possibilidade de muita gente estar a trabalhar para que o Apocalipse seja uma realidade, frustrados pelo factos do fim do mundo não ter sucedido ainda. 

 

I Like Trains comprometidos com o cinema.

Depois de embarcar numa experiência cinematográfica acerca do seu trajecto, a banda de Leeds irá publicar igualmente a banda sonora do seu documentário A Divorce Before Marriage no início de Dezembro.

São 11 os temas que os I Like Trains compuseram para acompanhar as imagens que mostram a banda desde o seu ponto alto até às dúvidas existenciais dos seus membros, quando começam a construir família e a música pode ou não servir de único rendimento.

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O documentário, dirigido por Matt Hopkins e Ben Lankester, estreou no Open City Documentary Festival de Londres em Junho.

 

Sportfreunde Stiller buscam uma tempestade de sossego.

Rebenta na próxima semana o mais recente disco da banda alemã, exibindo o título Sturm & Stille.

É o sétimo álbum dos Sportfreunde Stiller que, apesar de terem dedicado imenso tempo à organização dum festival em favor dos refugiados, não abandonaram os afazeres em estúdio.

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O trio de indie-rockers sublinha que as novas canções pretendem lutar contra o pessimismo, a procrastinação, o desamor, a intolerância, o desalento e a tristeza.

 

Feeder ligam o interruptor.

No final da próxima semana reluzirá nas prateleiras das lojas All Bright Electric, o mais recente disco da banda oriunda do País de Gales.

Este nono álbum dos Feeder é considerado pelos próprios como o mais completo da sua carreira, enfocando sempre a viagem que a sua música pode oferecer a quem ouve. 

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O líder Grant Nicholas (que se estreou a solo com Yorktown Heights há 2 anos) garante que estas gravações registaram um nível de entusiasmo equiparável às sessões do disco debutante. 

 

As manifs de Peter Doherty.

Será no início de Dezembro que estará disponível o novo registo de estúdio do músico libertino, intitulado Hamburg Demonstrations.

Deste novo trabalho fazem parte uma nova roupagem para a música que Doherty escreveu em homenagem a Amy Winehouse (Flags From The Old Regime), também The Whole World Is Our Playground lançada já este ano aquando do Record Store Day, bem como um tema inspirada nos actos terroristas que assolaram Paris em Novembro (Hell To Pay At The Gates Of Heaven).

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Este segundo álbum de Pete Doherty foi concebido num estúdio em Hamburgo, o Clouds Hill, onde o autor se refugiou durante 6 meses, sendo a gravação e produção responsabilidade de Johann Scheerer.

 

Tiger Lou lambe as feridas.

Após uma paragem de 8 anos, para conseguir encaixar a vida de músico com a formação das suas famílias, o colectivo sueco arranjou forma de lançar o seu quarto álbum na passada Sexta-feira, com o título The Wound Dresser.

O sucessor de A Partial Print é descrito pelo líder Rasmus Kellerman como mais directo, curto e simples. No entanto, a principal diferença foi a participação de todos os membro de Tiger Lou no processo de composição, dado que nos discos precedentes Rasmus elaborava tudo a sós.

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Outra boa notícia, além da banda ter regressado às tournées, é o facto de já possuírem algumas ideias sobre a direcção dum próximo álbum. 

 

As presas de Hope Sandoval & The Warm Intentions.

A voz dos Mazzy Star regressa com Until the Hunter na companhia do seu fiel companheiro Colm Ó Cíosóig (dos My Bloody Valentine), com o disco a ser disparado na primeira semana de Novembro.

O álbum inclui dois temas publicados no decorrer do ano (Isn’t It True e She’s in the Wall), contando com a preciosa participação de Kurt Vile no novo avanço deste trabalho.

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As 11 faixas de Until the Hunter valem como o terceiro disco de Hope Sandoval & The Warm Intentions, saindo com o selo da editora da própria cantora, a Tendril Tales.

 

 

Moby & The Void Pacific Choir não falham.

A nova entidade musical do cidadão Richard Melville Hall tem a sua estreia em disco marcada para 14 de Outubro, tendo o nome deThese Systems Are Failing.

Música de dança new wave é como Moby definiu o som engendrado neste álbum, bebendo influências em New Order e Depeche Mode, numa electrónica que tem sempre a canção no horizonte.

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Moby começou a colaboração com The Void Pacific Choir em 2015, tendo entretanto mostrado um par de temas, depois de ter lançado o seu último álbum em 2013 (Innocents), não contando com as faixas de Long Ambients 1: Calm. Sleep.

 

O que rende é ir ao continente dos Cacique '97.

Desembarcará nas lojas em meados de Novembro o segundo álbum deste extenso colectivo de afrobeat, tendo por título We Used To Be Africans.

single que apresenta o novo trabalho tem o mesmo nome do disco, e terá honras de vídeo pela mão da Antena 3 na primeira semana de Outubro.

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Com edição da Rastilho Records, o disco sucede ao debute que ocorreu há 7 anos.

 

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