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GRAMOFONE

às voltas com os discos às voltas.

GRAMOFONE

às voltas com os discos às voltas.

A mina electrónica dos Plaid.

O duo composto por Andy Turner e Ed Handley atingiu a dúzia de álbuns no mês transacto, mercê da edição de The Digging Remedy.

O disco marca o retorno dos Plaid à Warp Records, em mais um momento de inspiração que remonta ao techno de Detroit, mas explorado de forma mais luxuosa e expansiva ao longo das 12 faixas. 

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Para as gravações deste trabalho, ao duo londrino juntou-se Benet Walsh em estúdio, tocando guitarra e flauta.

 

MIA acerta no alvo.

Com lançamento agendado para o início de Setembro, o quinto álbum da sempre controversa Mathangi Maya Arulpragasam denomina-se AIM e será supostamente o seu último, pelo menos em formato de longa duranção.

Visto que o disco poderá marcar o fim das suas edições, MIA optou por dar-lhe um tom alegre, sem demandas políticas ou queixas sobre o que quer que seja.

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O primeiro single tem as participações de Skrillex e Blaqstarr, e segundo avançou a autora mais se seguirão nos restantes temas deste álbum.

 

Kishi Bashi viaja à velocidade do som.

Sonderlust é o nome da nova obra do músico de Seattle, a sair em meados de Setembro, tornando-se o terceiro trabalho de estúdio da sua carreira.

Elaborado com o seu divórcio em mente, o Sonderlust contém uma sonoridade mais directa, após Kishi ter-se quase assustado com a dimensão atingida pelo pop orquestral dos seus anteriores trabalhos.

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O termo que dá nome ao álbum foi retirado do Dictionary of Obscure Sorrows, de John Koenig, e significa que todos os transeuntes vivem uma vida tão complexa como a nossa, com a qual podemos apenas cruzar-nos uma vez como um simples figurantes.