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GRAMOFONE

às voltas com os discos às voltas.

GRAMOFONE

às voltas com os discos às voltas.

Mira, Un Lobo MAU.

Heart Beats Slow é a nova obra de Luís F. de Sousa, a voz do colectivo MAU, que edita agora sob a identidade Mira, Un Lobo.

É uma disco de atmosferas electrónicas, vagarosas mas densas, sentimentais mas descomprometidas.

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O disco saiu na passada Sexta-feira pela mão da editora Tapete Records, sediada na Alemanha e especializada em sonoridades electrónicas.

 

Wild Beasts coroados reis.

Chegam ao povo na primeira semana de Agosto as novas canções da banda de Kendal, sob o título Boy King.

Os temas foram concebidos entre Londres e Dallas, num processo que arrancou no ano passado e culminou já em 2016.

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Depois de várias datas em festivais, os Wild Beasts entram em digressão no final de Setembro, mas ainda não há data para Portugal.

 

Mais um osso do esqueleto musical de Angus Stone.

Dope Lemon é o mais recente projecto assinado pelo músico australiano, que no dia de hoje lança o primeiro disco sob este nome.

Honey Bones, assim se chama o trabalho supracitado, gravado no seu estúdio caseiro, em registo de jam session com um conjunto de amigos. Exactamente devido ao facto de ter sido criado em conjunto, Angus decidiu não editá-lo em nome próprio.

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Além da banda que tem com a sua irmã Julia, das aventuras em nome próprio, Angus Stone tem agora mais um canal para escoar o seu cada vez mais prolífico talento musical.

 

Dodgy continuam na luta.

Nigel Clark, Mathew Priest e Andy Miller prosseguem a sua aventura após o regresso em 2012, com um disco intitulado What Are We Fighting For?

O líder dos Dodgy, além das influências mais antigas, menciona Atlas Sound e White Fence como novas fontes de inspiração para este novo trabalho, que conta com novidade da voz feminina de Vanessa Wilson, dos Ultrasound, em 4 faixas.

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O disco só será publicado nos primeiros dias de Setembro, mas a primeira amostra já foi posta à solta pela internet.

 

O outro voo de Near The Parenthesis.

O projecto assinado por Tim Arndt regressou às edições na semana passada com o aparecimento de Helical.

 Tendo marcado claramente um trilho na área do post-rock nos trabalhos prévios, Near The Parenthesis aventura-se desta feita por terrenos mais próximos da música neoclássica e ambiental.

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 A ideia de um disco sem ritmos e que tivesse uma abordagem mais orgânica tinha ficado na gaveta durante uma década, mas felizmente Tim Arndt acaba por mostrar agora esta outra face mais limpa de Near The Parenthesis.

 

On Dead Waves dão à costa.

Há mais um supergrupo na área, saído do catálogo da Mute Records: chama-se On Dead Waves e é formado por Polly Scattergood e Maps.

 O auto-intitulado álbum, colocado hoje à venda, mostra que tanto Poly como James Chapman (o homem de Maps) abdicaram das suas queridas electrónicas e conceberam um som mais orgânico.

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Há um travo melancólico que se estende a todo o disco, espraiando-se pelos ambientes tranquilos e escuros tecidos pelos teclados.  

 

 

 

 

 

Idiotape reconstroem para construir.

Os sul-coreanos editaram recentemente um pequeno conjunto de versões doutras bandas, contagiando esses temas de outrem com o seu poderio.

O EP denomina-se RE e patenteia na perfeição o estilo deste grupo que no Verão passado sacudiu a praia de Sines durante o FMM, numa mistura explosiva de electrónica e rock.

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Galaxy Express, Sultan of the Disco, Telepathy e Kim Chang Wan (no vídeo abaixo) são os autores dos temas revistos neste EP pelos Idiotape.

 

Sai um cocktail para Brett Dennen, s.f.f.!

O sexto disco do músico californiano chega hoje às lojas, com um título bastante familiar para a nossa língua Por Favor.

Trata-se de mais uma dezena de canções de folk solarengo, marca registada de Brett Dennen, para acompanhar de cocktail na mão à beira da piscina.

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Brett explicar que o nome do disco advém do espanhol, e era simplesmente uma expressão que se tornou costumeiro no estúdio durante as gravações. Ao ponto do produtor, Dave Cobb, sugerir que se tornasse no nome do álbum. 

 

O mundo por Richard Ashcroft.

Tem chegada aprazada para amanhã o novo trabalho de estúdio do ex-líder de The Verve, cujo nome é These People.

A inspiração para este disco, que surge 13 anos após o antecessor, veio de alguns momentos pessoais menos bons e de toda a agitação que sacode o mundo nos últimos anos em diversos epicentros.

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Para esta quarto disco a solo, Richard Ashcroft reuniu-se com Wil Malone, com contribui com orquestrações para The Verve e também para o seu primeiro álbum.

 

Okkervil River aqui tão longe.

Está agendado para Setembro o regresso dos Okkervil River aos discos, com um trabalho designado Away, que na opinião do líder Will Sheff é o melhor até hoje.

Este conjunto de canções foi escrito isoladamente por Will, que se rodeou de músicos não pertencentes à banda, gravando os temas num par de takes e convidando gente como Marissa Nadler ou yMusic para o enriquecer.

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Tendo em conta que a primeira amostra de Away tem por nome Okkervil River R.I.P., fica a pairar a ideia que a banda tal como a conhecemos possa ter os dias contados.