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GRAMOFONE

às voltas com os discos às voltas.

GRAMOFONE

às voltas com os discos às voltas.

A urgência de The Amazing.

A banda sueca não pareceu saciada com o rico álbum do ano anterior e prepara lançamento de novo material para o mês de Julho.

O disco em questão chama-se Ambulance e pretende continuar a mostrar os The Amazing soltos de quaisquer amarras musicais, movendo-se desde o rock até ao free jazz, tendo como único limite a criativadade dos seus membros. 

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A estadia no estúdio em Estocolmo foi curta, mas tal não impediu o grupo de fabricar um disco mais denso, mais escuro e com mais proximidade entre os diferentes instrumentos em jogo.

Owen na idade dos porquês.

Mike Kinsella, membro de uma série de bandas como Joan of Arc ou American Football, dá nova vida ao seu projecto a solo com o disco The King of Whys.

Depois de ter renascido os American Football e de ter tomado conta da bateria nos Their/They're/There, a aventura Owen ganha o seu oitavo disco, tendo-se tratado desta feita de um processo com a participação doutros intérpretes em estúdio, ao invés dos registos precedentes, mais caseiros e solitários.

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Este foi o primeiro álbum que Kinsella gravou longe da sua amada Chicago, tendo-se deslocado ao efervescente Winsconsin para tal efeito, entregando a produção a um dos melhores compositores locais, S. Carey, que acabou por tocar igualmente alguns instrumentos no disco. 

 

A verdade acerca de Lawrence Arabia.

O ser musical de James Milne regressa com Absolute Truth em Julho, quatro anos após o último lançamento.

O músico neo-zelandês afirma que criou este novo álbum em plena exaustão pós-parto do seu primeiro filho, o que tornou qualquer momento livre para reflexão numa autêntica bênção.

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Este será o primeiro disco lançado ao serviço da mítica Flying Nun Records, editora neo-zelandesa, deste escritor de canções cotadíssimo no seu país de origem. 

 

  

Lou Rhodes, o que dizem os teus olhos?

A mítica voz dos Lamb edita o seu quarto trabalho a solo dentro de dois meses e apresentou ontem a primeira amostra do mesmo, cujo o título será Theyesandeye.

Com o registo habitualmente mais folk que a sua carreira em banda, Lou Rhodes confessa ter enveredado ligeiramente pelo psicadelismo e o experimentalismo neste registo vindouro. 

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Com produção de Simon Byrt, e apresentação ao vivo marcada para Londres,Theyesandeye conta ainda com a harpa de Tom Moth (Florence and The Machine) e sons da natureza captados em plena Primavera em misteriosos locais rurais, para onde a folk britância nos transporta desde sempre.