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GRAMOFONE

às voltas com os discos às voltas.

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às voltas com os discos às voltas.

Destroyer desvenda novo single.

Aquando da gravação do disco do ano passado, Poison Season, Destroyer decidiu deixar uma canção de fora.

Dan Bejar, a mente por detrás do projecto, achou que o tema My Mistery não encaixa no clima do disco.

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Esse tema é agora lançado em formato single, acompanhado de um remix do mesmo. 

 

 

William Fitzsimmons prossegue a viagem familiar.

Como sequência do álbum Pittsburgh, William Fitzsimmons edita amanhã um novo EP.

Se o trabalho de longa duração era inspirado na avó materna, com quem conviveu, este EP denominado Charleroi - Pittsburgh Volume 2 visa abordar a outra avó que nunca teve o prazer de conhecer.

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 Será inclusivamente disponibilizada uma nova edição contendo ambos os discos, sob o nome The Pittsburgh Collection: Volumes 1 & 2: Pittsburgh & Charleroi.

 

Isaac Gracie não anda a dormir.

Um dos novos nomes da cena britânica, Isaac Gracie, lança hoje o seu primeiro EP: Songs From My Bedroom.

Trata-se de um registo bastante caseiro, onde Isaac embala as suas composições entre a folk e a pop.

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O lançamento do EP acontece no mesmo mês em que actuou no festival SXSW, tendo sido englobado no leque de artistas que a BBC levou a tal evento.

 

[ENTREVISTA] A intimidade pública de Julien Baker.

A enorme corrente de vozes femininas norte-americanas que navegam entre o rock alternativo e o songwriting parece alongar-se quase diariamente.

Se nos anos mais recentes vibrámos com novos valores como Torres, Lady Lamb e Waxahatchee, os últimos meses não quiseram ficar atrás e já nos mostraram nomes como Mothers, Lucy Dacus e Julien Baker.

Foi precisamente com esta última que falámos nos últimos dias, acerca da ascensão que tem tido no mundo da música alternativa e de como encara isso do alto dos seus 20 anos.

 

GRAMOFONE: Como tens recebido as brilhantes e merecidas reacções que o teu disco tem recolhido?

 

JULIEN BAKER: Tem sido extremamente agradável, mas tenho tentado mantê-las em perspectiva e assegurar que me mantenho humilde, para que independentemente das críticas positivas ou negativas que possa ter, isso não afecte a minha paixão e motivação para fazer música.

 

GRAMOFONE: Escreveste grande parte do disco longe de casa, à noite, sozinha. Como é que isto afectou a natureza das canções? Ou as canções são mais influenciadas por outros episódios da tua vida?

 

JULIEN BAKER: Creio que estar nessa solidão contribuiu definitivamente para o som do disco, sonoramente e a nível das letras. Acho que a natureza crua das canções resulta de tê-las escrito sozinha, algo que provavelmente também se reflectirá nas letras.

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GRAMOFONE: Uma das marcas do teu disco é o profundo impacto sensorial que causa a quem o ouve. 

Qual o impacto que teve em ti escrever, publicar e agora cantar acerca destes tópicos pessoais e pesados?

 

JULIEN BAKER: Quando escrevi o disco nunca imaginei que teria uma audiência maior, que fosse além de mim e alguns amigos, e creio que isso me deu licença para escrever mais abertamente.
Mas agora que vejo como a música beneficiou da honestidade de conseguir partilhar esses momentos íntimos com outras pessoas, torna-se mais fácil cantar acerca de coisas que me fazem sentir vulnerável, porque aprecio a conexão que se estabelece com quem ouve o álbum.

 

GRAMOFONE: Decidiste avançar para este projecto a solo porque estas canções não se enquadravam no universo da tua banda, Forrister. Neste momento, sentes que os teus futuros registos a solo seguirão esta tendência mais íntima ou já tens novas experiências em mente?

 

JULIEN BAKER: Eu sei que lançarei outro disco a solo, e que os Forrister também farão mais música.
Afortunadamente, creio que estou numa posição em que ambos os projectos não precisam de ser exclusivos, podendo prosseguir ambos pelo que são, tendo a liberdade de criar música em diferentes atmosferas.
Estou grata por ter esta oportunidade e excitada pelo que se seguirá!

 

GRAMOFONE: Graças ao teu Twitter, reparei que és grande fã de Mothers (grande coincidência que mencionei esta banda num artigo sobre o teu disco) e de Lucy Dacus (que também irei entrevistar nos próximos dias). Que outros novos artistas segues atentamente?

 

JULIEN BAKER: Esses são ambos exemplos de grandes músicos! E sim, que grande coincidência essa! Relativamente a outros novos nomes, estou (obviamente) entusiasmada com Phoebe Bridgers, que é uma artista de americana/folk incrivelmente talentosa, e que fará a tour dos EUA comigo. E também tenho escutado o disco da SOAK.

 

GRAMOFONE: Podemos esperar-te na Europa em breve?

 

JULIEN BAKER: Sim! Tenho uma tour europeia agendada para Maio/Junho, podem ver as datas no meu Facebook.

 

 

Nils Frahm tem razões de sobra para celebrar o Dia do Piano

Ao 88º dia do ano é celebrado o Dia do Piano, marcando o número de teclas possuído pelo instrumento em questão. E Nils Frahm já nos vem habituando a lançamentos neste dia, disponibilizando-os para download gratuito, normalmente.

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 O trabalho oferecido este ano são exactamente as músicas que ficaram de fora, por uma razão ou outra, do lançamento do ano passado assinado pelo prolífero compositor germânico.

 

Samuel Úria carrega com novo trabalho

Samuel Úria está de regresso com Carga de Ombro, trabalho que será lançado dia 29 de Abril, sendo apresentado no própio dia no Teatro São Luiz. 

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 Chega assim a hora do trabalho que sucede ao aclamado e brilhante O Grande Medo do Pequeno Mundo, dado a conhecer através do single Dou-me Corda

Acabou a espera por Cocoon.

Está a chegar o terceiro disco de Cocoon, Welcome Home. O projecto assinado por Mark Daumail regressa após uma aventura a solo do líder, não tão bem sucedida.

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O novo trabalho foi produzido e composto entre Bordéus, Berlim e Richmond, tendo contado com uma mãozinha de Matthew E. White em estúdio.

 

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